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    Início » Infectologista explica como evitar Infecções Sexualmente Transmissíveis no Carnaval (e no resto do ano).
    Bahia

    Infectologista explica como evitar Infecções Sexualmente Transmissíveis no Carnaval (e no resto do ano).

    4 de fevereiro de 2026
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    Apesar de serem comuns em qualquer lugar ou tempo, as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) encontram terreno fértil em momentos como o Carnaval, quando foliões costumam exagerar no consumo de bebidas alcoólicas e ter várias parcerias sexuais, muitas vezes, se descuidando das medidas de proteção.

     

    Entre as infecções que mais preocupam estão: HIV, sífilis, HPV, gonorreia e clamídia. Quer saber como evitá-las? Confira a seguir as dicas do médico infectologista do Grupo Fleury, detentor da Diagnoson a + na Bahia, Dr. Celso Granato.

     

    Proteção

    A camisinha é importante não só para evitar a transmissão do HIV, como de outras infecções sexualmente transmissíveis, como sífilis, gonorreia e hepatites. “A data de validade do preservativo e as instruções de uso devem ser atentamente seguidas, a fim de evitar que ele se rompa ou que haja vazamentos. Seu uso deve ser fortemente estimulado, pois é um dos métodos mais efetivos na prevenção de todas as ISTs”, frisa o médico. É importante ressaltar que existem camisinhas tanto para uso interno quanto externo.

     

    Além disso, é recomendado não compartilhar seringas e outros aparelhos perfuro-cortantes que podem ter contato com o sangue. Uma dúvida muito comum é sobre manicures e estúdios de tatuagens. Nesses casos, não é comum a transmissão do HIV, mas pode ocorrer transmissão dos vírus das hepatites B e C. Por isso, agulhas e seringas devem ser esterilizadas e descartáveis.

     

    HIV

    O vírus é transmitido por meio do contato sexual e pelo sangue. Objetos não perfurantes, como talheres e copos, ou mesmo o compartilhamento do vaso sanitário, não oferecem riscos. Pessoas que vivem com HIV e estão sob tratamento antirretroviral adequado, mantendo sua carga viral indetectável, não transmitem HIV por via sexual. Entretanto, aquelas que desconhecem seu diagnóstico, não estão em tratamento ou não atingiram a supressão do vírus, podem transmiti-lo por diferentes modalidades de relação sexual.

     

    Sífilis

    A doença é causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum e pode se manifestar em diferentes partes do corpo, de uma a duas semanas após a transmissão. Pessoas sem sintomas, entretanto, podem transmitir sífilis, principalmente, no primeiro ano após a aquisição da infecção. A forma mais comum de contágio é a sexual, podendo ocorrer mesmo que não haja penetração ou ejaculação, visto que o contato entre mucosas pode ser suficiente para a transmissão. Sendo assim, eventualmente, a sífilis pode ser transmitida pelo beijo, se a pessoa infectada estiver com uma lesão ativa na boca, por exemplo.

     

    HPV

    O HPV (vírus do papiloma humano) se manifesta, principalmente, nas mucosas (oral, genital ou anal) em homens e mulheres. A principal forma de transmissão é pela via sexual em suas diversas modalidades, inclusive por meio das mãos ou de objetos eróticos contaminados. Os sinais mais comuns são as verrugas anogenitais, denominadas condilomas, ou lesões que se apresentam apenas na intimidade da mucosa, não sendo perceptíveis sem um exame clínico direcionado. É comum que nesses casos as pessoas não apresentem nenhum sintoma, mas ainda assim possam transmitir o vírus. Existem exames laboratoriais que confirmam o diagnóstico, como os executados por técnicas moleculares (PCR), que podem rastrear a presença do vírus nas mucosas, mesmo que não haja nenhum tipo de lesão. Esse exame permite definir o genótipo do vírus envolvido, avaliando o risco de desenvolvimento das neoplasias associadas ao HPV, como o câncer de colo uterino e de canal anal.

     

    O uso do preservativo nas relações sexuais é uma importante forma de prevenção, mas não impede totalmente a transmissão do vírus, visto que é comum as lesões estarem em áreas não protegidas pelo preservativo, a exemplo da vulva e da bolsa escrotal.  A vacina contra o HPV é a maneira mais eficaz para se proteger.

     

    Clamídia e gonorreia

    A Chlamydia trachomatis e a Neisseria gonorrhoeae são bactérias comumente transmitidas pela via sexual, que têm como principais manifestações clínicas as uretrites (inflamação da uretra) e vaginites. Os sintomas mais comuns em mulheres são corrimentos amarelados ou claros, dor e sangramento durante o sexo e ao urinar. Em homens, ardência ao urinar, dor nos testículos e corrimento uretral com pus sinalizam que algo está errado. Estreitamento da uretra, dor crônica na região pélvica e durante as relações sexuais, bem como infertilidade são algumas das complicações dessas infecções, quando evoluem por longo período sem tratamento adequado ou quando a pessoa apresenta vários episódios de reinfecção. Essas bactérias, assim como outras causadoras de ISTs, podem ser rastreadas na urina ou em material vaginal por meio de exame molecular (PCR), mesmo em pessoas que não apresentam nenhum sintoma.

     

    Prevenção e orientação médica

    Atualmente, a prevenção das ISTs, incluindo a infecção pelo HIV, deve ser feita a partir de um conceito denominado prevenção combinada. Preconizada pela Organização Mundial da Saúde e pelo Ministério da Saúde brasileiro, essa estratégia vai muito além do uso de preservativo, ou seja, reúne medidas que incluem informação adequada, preservativos, testagem, tratamento dos infectados, vacinas e medicamentos para uso preventivo  para que cada indivíduo possa ter autonomia e orientação para escolher aqueles que mais se adequem à sua realidade e perfil de vulnerabilidade, facilitando a adesão e aumentando a eficiência da prevenção. Sendo assim, é fundamental a procura de orientação médica, para receber as recomendações personalizadas que garantirão dias de folia segura e feliz.

    Aproveitar o Carnaval, sim. Mas, sem deixar a saúde de lado.

    Fonte Andréia Vitório



    Notícia publicada originalmente por Luciana
    em nome do autor LUCIANA NOVAIS.

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