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    Início » Astronautas presos no espaço: o que 9 meses sem gravidade fazem ao corpo humano
    Brasil

    Astronautas presos no espaço: o que 9 meses sem gravidade fazem ao corpo humano

    19 de março de 2025
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    Estação Espacial Internacional orbitando acima da Terra

    Crédito, Getty Images

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    Agora, sua recuperação começa.

    “O espaço é de longe o ambiente mais extremo que os humanos já encontraram e simplesmente não evoluímos para lidar com as condições extremas”, diz Damian Bailey, que estuda fisiologia humana na Universidade de South Wales, no Reino Unido.

    Entrar no espaço muda o corpo humano — e, inicialmente, isso parece incrível.

    “Parece que o corpo teve uma folga”, diz o astronauta Tim Peake, que foi para a ISS em 2015.

    “Seu coração ganha um pouco de ‘folga’. Seus músculos e ossos ganham uma folga. Você está flutuando pela estação espacial neste maravilhoso ambiente de gravidade zero.”

    Imagine passar semanas descansando na cama e nunca ter que se levantar — esta é, na verdade, uma técnica que os cientistas usam para investigar o impacto da gravidade zero — e você pode começar a entender os efeitos de passar tanto tempo no espaço.

    Suni Williams sai da cápsula sorrindo, vestindo um traje espacial branco e capacete, auxiliada por dois assistentes vestidos de preto.

    Crédito, NASA

    Legenda da foto, Suni Williams demonstrou alívio e alegria em seu retorno à Terra

    Mas, quando se trata de músculos, é um caso de usá-los ou perdê-los.

    Até mesmo o simples ato de ficar parado usa músculos do corpo todo para manter uma pessoa ereta. E isso não está acontecendo na microgravidade a bordo da ISS.

    A força muscular assume um significado diferente quando tudo é praticamente sem peso.

    ‘Envelhecimento acelerado’

    O coração e os vasos sanguíneos também têm uma vida mais fácil, porque não precisam mais bombear sangue contra a gravidade — e começam a enfraquecer.

    Os ossos também ficam mais fracos e quebradiços.

    Deve haver um equilíbrio entre as células que eliminam o osso velho e aquelas que fazem o novo.

    Mas esse equilíbrio é interrompido sem o feedback e a resistência de trabalhar contra a gravidade.

    “Todo mês, cerca de 1% dos ossos e músculos murcharam — é um envelhecimento acelerado”, diz Bailey.

    E isso se torna aparente no retorno à Terra, como ficou claro quando os astronautas precisaram de apoio para tirar seus corpos da cápsula e subir em uma maca.

    É por tudo isso que os astronautas vão para o espaço em ótimas condições físicas.

    Então, sua rotina diária envolve duas horas de exercícios — uma combinação de esteira, bicicleta ergométrica e pesos — para manter o máximo possível de saúde muscular e óssea.

    E agora, Suni e Butch começarão um intenso programa de treinamento de exercícios para se recuperar.

    “Provavelmente levará alguns meses para eles ganharem massa muscular”, diz Helen Sharman, a primeira britânica no espaço.

    A massa óssea pode levar “alguns anos” até se recuperar — mas mesmo assim, há “mudanças sutis no tipo de osso que reconstruímos após retornar à Terra que podem nunca retornar ao normal”.

    Mas isso é apenas músculo e osso — e o espaço muda o corpo todo.

    Até mesmo os tipos de bactérias boas que vivem em nós — o microbioma — são alterados.

    Os fluidos no corpo também mudam na microgravidade.

    Em vez de ser puxado para baixo em direção às pernas como na Terra, o fluido sobe em direção ao peito e ao rosto.

    Um rosto inchado é uma das primeiras mudanças perceptíveis no corpo.

    Mas isso também pode levar ao inchaço no cérebro e mudanças no olho, incluindo no nervo óptico, retina e até mesmo no formato do olho.

    E essa “síndrome neuro-ocular associada ao voo espacial” pode levar à visão turva e danos potencialmente irreversíveis.

    A microgravidade também distorce o sistema vestibular, que é como você se equilibra e sente qual é o caminho para cima.

    No espaço, não há para cima, para baixo ou para os lados.

    Pode ser desorientador quando você sobe ao espaço — e, novamente, quando você retorna à Terra.

    “Aquela fase inicial de parar de sentir tontura, de recuperar o equilíbrio e ter força para andar normalmente, isso dura apenas dois ou três dias”, diz Tim Peake.

    “Esses primeiros dois ou três dias de volta à Terra podem ser realmente pesados.”



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