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    Paraíba

    Frank Sinatra foi o maior cantor popular do século XX

    31 de julho de 2025
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					Frank Sinatra foi o maior cantor popular do século XX
    Foto/Capitol Records.

    Seu nome completo era Francis Albert Sinatra. Um ítalo-americano de olhos azuis nascido em Nova Jersey no dia 12 de dezembro de 1915.

    Desde a década de 1940, quando se transformou num jovem ídolo da canção popular, o mundo o conhece como Frank Sinatra. Ou, simplesmente, The Voice.

    Revejo Frank Sinatra no palco em especiais de televisão que fez entre os 50 e os 70 anos, de 1965 a 1985. Claro que sua performance não tem nada a ver com o rock, mas os grandes astros do rock não existiriam sem ele.

    Os fundamentos da melhor performance ao vivo estão no seu desempenho diante de uma plateia. Num tempo em que tudo era muito mais simples: o artista, sua orquestra, alguma luz, nenhum adorno.

    Sinatra caminha com o microfone na mão, parece flutuar. O domínio do espaço cênico é absoluto. Os movimentos do corpo, a expressão facial, o equilíbrio entre o que é dramático e o que não é. As falas com a audiência, as canções antológicas. E a voz.

    Revisito Sinatra em discos. Há quem prefira a década de 1940. Os anos da Columbia. O início da carreira solo após cantar nas orquestras de Harry James e Tommy Dorsey.

    A voz jovem, ainda se consolidando, mas já perto da perfeição. Um cantor moderno, mais contido do que os que o antecederam.

    Ao sucesso inicial, segue-se um período de declínio. A recuperação vem na década de 1950, já na era do LP, o disco de longa duração.

    É a fase da Capitol, que considero a mais fértil em sua discografia. É o tempo dos discos conceituais. Os estúdios americanos já dispunham de bons recursos técnicos e foram eles que eternizaram a voz de Frank Sinatra.

    Discos? Há muitos. In the Wee Small Hours é o que primeiro me ocorre quando penso em Sinatra. Track list impecável e grandes arranjos para um intérprete que tinha atingido o ponto alto do canto popular que conhecemos no século XX.

    Sinatra/Riddle. Ao trabalhar com o maestro e arranjador Nelson Riddle, Frank Sinatra formou uma das parcerias mais produtivas da história da canção popular.

    Songs for Swingin’ Lovers e Come Dance with Me são irresistíveis. Todos dos anos na Capitol. Na década de 1960, em seu selo, gravou com a orquestra de Count Basie.

    O piano econômico de Basie, os timbres da sua big band, a voz branca perfeitamente inserida no universo do jazz. Superb, como dizem os americanos. A descoberta da bossa nova está no disco que dividiu com Tom Jobim, que tanto nos orgulha.

    Frank Sinatra era um cantor popular voltado para o melhor do cancioneiro do seu país. Sua trajetória é um vasto american songbook.

    Os grandes autores e as grandes canções estão nos muitos discos que gravou. Ouvi-los é ouvir a música do seu tempo tratada com perfeccionismo e profundo respeito.

    Sinatra/Porter. Quando canta I’ve Got You Under My Skin, de Cole Porter, Frank Sinatra parece nos dizer: isso é o topo da canção popular.

    A partir dos anos 1960, ele atualizou o repertório, prestou atenção nos novos autores. Gravou Paul Simon e Stevie Wonder. Olhou para o resto do mundo.

    Levou os Beatles para o seu repertório. Tanto Lennon & McCartney (Yesterday) quanto George Harrison (Something). Mas permaneceu o mesmo. O modo de cantar e os arranjos remetiam sempre ao estilo dele.

    No Brasil, houve um tempo em que éramos empurrados para longe de Sinatra. O suposto vínculo com a Máfia era o argumento frequente dos que, entre nós, queriam denegri-lo.

    O tempo passou. Felizmente. Ficou a voz. Frank Sinatra morreu em 1998 aos 82 anos. Ele foi o maior cantor popular do século XX.



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