Close Menu
Nordeste InformaNordeste Informa
    Mais lidas

    Quando começa o conclave? Saiba como é feita a escolha do novo papa

    SpaceX: como seria a cidade que ‘cresce sozinha’, que Elon Musk planeja instalar na Lua?

    Navio petroleiro e embarcação de carga colidem no Mar do Norte; o que se sabe

    1 2 3 … 257 Next
    Instagram YouTube
    Nordeste InformaNordeste Informa
    Instagram YouTube
    • Brasil
    • Política
    • Esportes
    • Empregos
    • Cultura
    • Vídeos
    • Concursos Públicos
    • Educação
    • Tecnologia
    • Turismo
    Nordeste InformaNordeste Informa
    Início » O paradoxo da nova Copa do Mundo dos Clubes
    Piauí

    O paradoxo da nova Copa do Mundo dos Clubes

    30 de agosto de 2025
    WhatsApp Facebook Email LinkedIn Twitter Pinterest
    Share
    WhatsApp Facebook LinkedIn Email Twitter Pinterest Telegram Copy Link


    A escolha dos Estados Unidos para abrigar a primeira edição da Copa do Mundo dos Clubes foi um tanto ousada por parte da Fifa. A decisão poderia ter sido catastrófica, inclusive por causa da tumultuada situação política nos Estados Unidos, com a perseguição aos imigrantes, sobretudo latino-americanos, grandes fãs de futebol, escreve Rodrigo Barneschi na edição deste mês da piauí.

    Ao fim de 63 jogos, entretanto, e ponderados erros e acertos, a sensação é de que a Fifa conseguiu emplacar a sua nova Copa, que teve média de 39 557 torcedores por partida. Não é pouco, mas é bem menos do que o recorde das Copas do Mundo de seleções, que foi a de 1994 (também realizada nos Estados Unidos) e teve uma média de 68 991 pessoas por jogo.

    Para essa diferença, pesou a maior capacidade dos estádios de três décadas atrás e também a pouca lotação dos jogos menos concorridos na Copa do Mundo dos Clubes – como a partida do time sul-africano Mamelodi Sundowns com o sul-coreano Ulsan HD, com apenas 3 412 testemunhas – um número impensável para uma competição global. O poderoso Real Madrid liderou o ranking geral de público, mas isso se deu menos pela presença massiva de espanhóis e mais por seu status de marca global.

    Em razão disso, a Fifa teve de revisar a política de preços dos ingressos com a competição em andamento. Chegou até a reduzir o valor de determinados setores em alguns estádios e devolver dinheiro para quem fizera compra antecipada. Nas primeiras rodadas, a fim de evitar clarões na arquibancada em jogos menos disputados, distribuiu ingressos gratuitos para aumentar a taxa de ocupação e, nas arenas maiores, fechou setores superiores ou aqueles que não eram exibidos pelas câmeras de tevê, adensando o público em espaços mais visíveis na transmissão. Temendo ter a arquibancada vazia logo em um dos últimos jogos do torneio, a Fifa fez despencar o preço dos ingressos para a semifinal entre Fluminense e Chelsea: de 474 dólares (cerca de 2,6 mil reais) para apenas 13 dólares (em torno de 72 reais) – menos do que o cobrado por um copo de cerveja dentro do estádio, na faixa dos 16 dólares (88 reais).

    O bom desempenho dos brasileiros nas fases iniciais pode ser lido de diversas formas, e uma delas referenda uma crítica dos clubes mais ricos: o calendário. Antes dessa nova Copa, os duelos intercontinentais eram programados para dezembro, com europeus no meio da temporada e sul-americanos exaustos depois de uma temporada inteira. No evento, o cenário se inverteu: brasileiros (e argentinos) chegaram aos Estados Unidos em plena forma, e enfrentaram times enfastiados pela temporada que acabara de se encerrar. Somem-se a isso o agendamento de partidas para as 12 horas, as temperaturas superiores a 30ºC, o estapafúrdio protocolo de paralisar as partidas diante de ameaças de tempestade que quase nunca vieram, e interromperam jogos por até duas horas – e está pronta a receita para a contestação.

    A Copa do Mundo dos Clubes comprovou que a Fifa e toda sorte de engravatados já escolheram um lado: os dispersos consumidores que vestem a camisa de um time europeu como se fosse uma grife. O paradoxo é que o produto que eles vendem depende da paixão genuína de quem se dispõe a desembolsar uma pequena fortuna pessoal para seguir até outro país e apoiar seu time.

    Com os fãs europeus ausentes ou demonstrando apatia nos Estados Unidos, foram as torcidas da América do Sul, da África e mesmo da Ásia que, com sua presença numerosa e espontaneidade, fizeram um espetáculo memorável na arquibancada e nas ruas.

     Assinantes da revista podem ler a íntegra do texto neste link.





    Source link

    Compartilhar. WhatsApp Facebook Twitter LinkedIn Email Pinterest
    AnteriorMANJA lança single Da Lama e disputa final do maior concurso de rock independente do Brasil
    Próximo parecer da Câmara dá aval para abertura da investigação

    Notícias Relacionadas

    129 milhões de aberrações – revista piauí

    6 de março de 2026

    As conexões de Cláudio Castro com o maior sonegador do país

    6 de março de 2026

    O tempo, o livro, a raça

    4 de março de 2026

    O tribunal e a fraude bilionária

    2 de março de 2026

    O nascimento do piano – revista piauí

    26 de fevereiro de 2026

    Contra o monopólio da razão literária

    26 de fevereiro de 2026
    Mais lidas

    Salão do Artesanato Paraibano reforça o potencial dos artesãos do estado

    Tony Bellotto é diagnosticado com câncer de pâncreas

    governo anuncia novo parque no Polo Turístico Cabo Branco

    Shopping do Nordeste avaliado em R$ 1 bilhão é colocado à venda

    Daniella Ribeiro evita comentar saída de Cícero do PP e promete falar “ao vivo e a cores”

    Demo

    O Jornal Digital do Nordeste Brasileiro.
    Compromisso com a Realidade dos Fatos.

    Conecte-se conosco:

    Instagram YouTube
    Notícias em Alta

    Ex-São Paulo, Alisson é anunciado como novo reforço do Fluminense

    7 de março de 2026

    Edinho Silva garante autonomia ao PT da Paraíba, mas Lula terá dois palanques, diz Cida Ramos

    7 de março de 2026

    Lula assina MPs de apoio às vítimas das enchentes em MG

    7 de março de 2026
    Newsletter

    Inscrevas-se para atualiações

    Fique por dentro das últimas notícias e tendências em tempo real.

    Instagram YouTube
    • Quem Somos
    • Fale Conosco
    • Política de Privacidade
    • AVISO LEGAL
    © 2026 Nordeste Informa Portal de Notícias | Todos os Direitos Reservados.

    Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.