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    Início » Lia de Itamaracá e Daúde lançam “Pelos Olhos do Mar”, encontro que une ancestralidade e vanguarda
    Pernambuco

    Lia de Itamaracá e Daúde lançam “Pelos Olhos do Mar”, encontro que une ancestralidade e vanguarda

    29 de novembro de 2025
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    Encantador, potente e mágico: a tríade de palavras pode bem definir o mar. Aqui elas descrevem também “Pelos olhos do mar”, novo lançamento do Selo Sesc que traz a primeira parceria fonográfica entre Daúde e Lia de Itamaracá. O álbum marca um encontro que une força ancestral e modernidade traduzidas nas vozes pujantes de duas mulheres representantes da cultura popular. O lançamento está disponível nas principais plataformas de áudio e em formato físico, além dos shows de lançamento e audição com bate-papo.

    Com produção de Pupillo e Marcus Preto, o álbum reúne dez faixas que transitam entre o inédito e o revisitado. Canções compostas especialmente para o projeto convivem com releituras de clássicos da música brasileira, celebrando o feminino, a negritude, a resistência, a tradição e o poder da coletividade. Nas parcerias de composição estão nomes de referência na música brasileira: Chico César, Emicida, Céu, Karina Buhr, Otto e Russo Passapusso.

    O projeto nasceu do olhar do produtor e empresário Beto Hees, parceiro de longa data de Lia, que imaginou as duas artistas juntas. A parceria entre ambas não é de hoje: depois de uma série de apresentações conjuntas nos palcos, o encontro ganhou enfim forma em estúdio, tornando-se um registro que reflete tanto a afinidade artística quanto a admiração mútua.

    “A gente tinha essa vontade, esse desejo do encontro. A minha realidade musical e a dela se entrelaçam porque isso é Brasil. É música brasileira, é cultura popular, é cultura urbana. Não existe um bloqueio, é música. A arte tem esse poder da diversidade e de contagiar. Se não for assim, não vale a pena”, conta Daúde.

    Apesar de terem tido trajetórias distintas na música, elas se complementam. De um lado Lia de Itamaracá, símbolo vivo da cultura pernambucana, Rainha da Ciranda, como é conhecida, e guardiã das tradições. De outro Daúde, baiana de origem e artista de vanguarda, pioneira ao unir elementos da negritude e da música brasileira em linguagem contemporânea.

    “Eu já conhecia a Daúde da televisão. Olhava ela e pensava: ‘essa menina é tão bacana!’ Nas minhas andanças entre São Paulo e Rio, eu tive a oportunidade de me encontrar com ela e pensei ‘agora chegou meu dia’ (risos). Mas foi um encontro tão maravilhoso que ficamos até hoje. Nós trabalhamos com a música muito bem e nos damos bem. A união faz a força e assim fizemos. Aqui estamos, sãs e salvas”, diz Lia.

    Repertório

    As dez canções de Pelos olhos do mar formam um mosaico de tempos, ritmos e histórias. O repertório navega por alguns mares: boleros que evocam romantismo e memória, cirandas que reafirmam identidade e pertencimento, e composições inéditas.

    Grande parte das faixas presentes no álbum foi pensada especificamente para as vozes das duas artistas juntas. Santo Antônio da Boa Fortuna, de Emicida, configura-se como oração que busca justamente esse elo, entrelaçando passado e futuro, muito simbólico quando se pensa na união das duas gerações que Lia e Daúde representam.

    Karina Buhr compôs Bordado. De certa maneira, sua origem e história, baiana crescida em Pernambuco, teceu-se às das cantoras por meio da música. Já a canção que dá nome ao álbum, Pelos Olhos do Mar, veio de Otto a partir de uma base de Pupillo. A escolha por um bolero veio a partir de uma predileção de Lia pelo gênero.

    Fechando as inéditas, Céu e Russo Passapusso se uniram para escrever Florestania. Lia e Daúde dão voz a essa moderna oração pela terra, floresta e pelos povos que nelas habitam.

    Nas releituras, o projeto buscou também extrapolar rótulos e compor um repertório que conversasse de maneira pessoal com as cantoras. Levou-se em consideração, por exemplo, canções que vão além da ciranda e que Lia gosta de cantar em momentos de intimidade.

    Surgiu então a escolha por Quem É?, sucesso de Maurilio Lopes e Silvinho, sempre presente nas cantorias de Lia com seus amigos. Popularizada por Agnaldo Timóteo, foi por esta via que a cantora chegou à canção. A partir dessa relação, Daúde escolheu A Galeria do Amor, composta por Timóteo, que homenageia a diversidade dos anos 1970 na boate Galeria Alasca, no Rio de Janeiro, cidade que conversa intimamente com a baiana.

    Mas as cirandas e os cocos não poderiam ficar de fora do projeto: as raízes aparecem no Pout-pourri de Cocos, com composições de Dona Celia e Dona Selma do Coco, e em Se Meu Amor Não Chegar nesse São João, de Mestre Baracho, com participação especial das Irmãs Baracho, suas filhas e ícones da cultura popular.

    “A Lia canta ciranda e coco, mas ela também canta outras coisas e esse álbum tem a possibilidade de mostrar outra face dela. Canta bolero, canção, divide com outra artista dentro do estúdio. É uma outra veia que tá sendo explorada que ela tem dento dela”, comenta Daúde.

    Chico César sugeriu As Negras, canção presente em um de seus discos, para representar a força e altivez das duas. A canção, que abre o álbum, expressa um chamado à luta, à festa, à alegria e à beleza.

    Em Pelos Olhos do Mar, as forças das duas artistas se encontram, ultrapassando gêneros musicais e fronteiras regionais, criando uma ponte entre a cultura popular e a modernidade urbana.

    EVENTOS DE LANÇAMENTO

    AUDIÇÃO DO ÁLBUM + BATE-PAPO
    Pelos Olhos do Mar
    Bate-papo entre as musicistas e o produtor apresenta processo de produção do disco
    26/11 – 19h30
    Grátis
    Inscrições em sescsp.org.br ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP
    Local: Centro de Pesquisa e Formação – CPF
    Endereço: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar – Bela Vista, São Paulo – SP

    SHOWS DE LANÇAMENTO “PELOS OLHOS DO MAR”
    Sesc Santo André
    27/11
    Quinta-feira
    20h
    Local: Teatro
    Endereço: R. Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar, Santo André – SP, 09071-130
    Ingressos: R$ 50 (inteira); R$ 25 (meia); R$ 15 (credencial plena)
    Os ingressos podem ser adquiridos nas bilheterias das unidades do Sesc São Paulo, pelo site sescsp.org.br ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP.
    Mais informações: https://www.sescsp.org.br/programacao/lia-daude/ 

    Sesc Pompeia
    28/11 e 29/11
    Sexta e sábado
    21h
    Local: Comedoria
    Endereço: R. Clélia, 93 – Água Branca, São Paulo – SP
    Ingressos: R$ 70 (inteira); R$ 35 (meia); R$ 21 (credencial plena)
    Os ingressos podem ser adquiridos nas bilheterias das unidades do Sesc São Paulo, pelo site sescsp.org.br ou pelo aplicativo Credencial Sesc SP.
    Mais informações: https://www.sescsp.org.br/programacao/lia-daude-2/ 

    Sesc Taubaté
    30/11
    Domingo
    16h
    Local: Palco externo
    Grátis
    Mais informações: https://www.sescsp.org.br/programacao/lia-de-itamaraca-e-daude/ 

    FAIXAS

    1 – As Negras (Chico César)
    2 – Santo Antônio da Boa Fortuna (Emicida)
    3 – Florestania (Russo Passapusso)
    4 – Pout-Pourri de Cocos: Bar do Hermínio (Dona Celia do Coco) / Galo Cantou (Selma do Coco) / Xô, Xô, meu Sábiá (Domínio Público)
    5 – A Galeria do Amor (Agnaldo Timóteo)
    6 – Quem é? (Maurilio Lopes e Silvinho)
    7 – Eu Vou Pegar o Metrô (Catia de França, Lourival Lemes e Tania Alves)
    8 – Pelos Olhos do Mar (Otto)
    9 – Bordado (Karina Buhr)
    10 – Se Meu Amor Não Chegar Nesse São João (Baracho)

    FICHA TÉCNICA
    Daúde – voz
    Lia de Itamaracá – voz

    Antonio Neves – trompete
    Assucena – voz
    Biu Baracho – voz
    Céu – voz  
    Ceycyly Fulni-Ô – voz
    Dulce Baracho – voz
    Fábio Sá – baixo
    Isaar – voz
    Juliana Linhares – voz
    Leo Mendes – guitarra
    Lígia Fernandes – voz
    Otto – voz
    Pedro Baby – guitarra e violão
    Pupillo – bateria, beat eletrônico, percussão e voz
    Zé Ruivo – teclados

    Produzido por Marcus Preto e Pupillo
    Direção artística: Marcus Preto
    Direção musical: Pupillo

    Técnico de gravação: Thiago “Big” Rabello
    Assistente de gravação: Victor Nery
    Mixagem: Guigo Berger
    Masterização: Fili Filizzola
    Produção executiva: Beto Hees (Centro Cultural Estrela de Lia) e Pamela Gopi (Jequitibá Cultural)
    Assistente de produção: Giovanna Fiocco
    Pinturas: Manuela Navas
    Projeto gráfico: Alexandre Calderero

    SOBRE AS ARTISTAS

    DAÚDE

    Daúde nasceu em Salvador e mudou-se para o Rio de janeiro aos 9 anos de idade.  Estudou canto com o barítono Paulo Fortes na Escola de Música Villa-Lobos e artes cênicas na Escola Martins Pena. Formou-se em Letras, Português–Literatura, e é pós-graduada em História Africana.

    Começou a carreira cantando em teatro e em casas noturnas quando, em 1995, foi convidada para gravar seu primeiro CD “Daúde”, conquistando a crítica especializada e ganhando os prêmios Sharp de Música, APCA (Associação dos Críticos de Arte de São Paulo) e dos leitores do Jornal do Brasil. Lançou em 1997 “Daúde #2”, seu segundo disco e em 1999 “Simbora”, de remixes, no qual a artista reuniu músicas de seus primeiros álbuns, vinculando as novas interpretações ao prazer de dançar. A sonoridade deste CD funde definitivamente a música de Daúde à MPB e aos recursos usados na música eletrônica, afirmando a importância dessa ferramenta e de produtores DJs como artistas criativos e necessários na atual e atemporal cena musical.

    Foi a primeira brasileira a ser contratada pelo selo Real World, pertencente ao músico Peter Gabriel. Seu penúltimo álbum, “Neguinha, Te amo”, homenageou as mulheres e colaborou para que o público internacional tivesse outra visão da música brasileira, transcendendo clichês estabelecidos ou estereótipos tropicais. Tradição, modernidade e espontaneidade têm sido a linha mestra da sua trajetória, que equilibra a herança musical afro-brasileira com uma coerente coleção de referências do mundo pop.

    Com 35 anos de carreira, quatro CDs bem-sucedidos, 3 singles e CD de Remix, Daúde tem reconhecimento nacional e internacional, por levar ao público uma sonoridade brasileira que passeia por um mix de gêneros – do samba ao rap, do jongo à MPB – e por sua forte presença de palco e interpretação, em shows marcantes que chegam às raias do teatral.

    Realiza turnês pelo Brasil e exterior, como Estados Unidos, Noruega, Dinamarca, Holanda, França, Bélgica, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Turquia, Espanha e Portugal. Apresenta-se em prestigiados festivais, como Summer Stage Festival (Nova York), Roskild Festival (Copenhagen), Festival de Montreux e Palais de Beaux – Arts (Bruxelas) e palcos como o lendário Hollywood Bowl (Los Angeles).

    Em 2015, Daúde lançou “Código Daúde”, com produção executiva e arranjos da própria cantora, com participações de artistas como Nelson Sargento, Marcos Valle e Alceu Valença. Em 2025 lança seu novo álbum “Pelos olhos do mar”, em parceria com a Rainha da Ciranda, Lia de Itamaracá.

    LIA DE ITAMARACÁ                                                                                              
    Lia de Itamaracá, nascida Maria Madalena Correia do Nascimento em 1944, é o coração pulsante da ciranda, tradição que brota das águas e da terra da Ilha de Itamaracá, em Pernambuco. Desde os 12 anos, sua voz e seu passo ecoam nas rodas que celebram a vida e a ancestralidade nordestina. Com seu primeiro disco, “A Rainha da Ciranda” (1977), anunciou uma presença que atravessaria gerações. A partir do festival Abril Pro Rock, em 1998, seu canto conquistou o Brasil, ampliando a potência da ciranda pelo país afora. Álbuns como “Eu Sou Lia” (2002) e “Ciranda Sem Fim” (2019) são testemunhos de uma arte que nunca se cansa de girar, ensinar e encantar. Reconhecida como Patrimônio Vivo de Pernambuco e Doutora Honoris Causa pela UFPE, fundou o Espaço Cultural Estrela de Lia, farol dedicado à preservação e ao florescer da cultura local. Aos 80 anos, sua ciranda continua a girar, trazendo junto a força da tradição e a alegria do presente.

    SOBRE O SELO SESC                                                                                                                                                                      
    Desde 2004 o Selo Sesc traz a público obras que revelam a diversidade e a amplitude da produção artística brasileira, tanto em obras contemporâneas quanto naquelas que repercutem a memória cultural, estabelecendo diálogos entre a inovação e o histórico. Em catálogo, constam álbuns em formatos físico e digital que vão de registros folclóricos às realizações atuais da música de concerto, passando pelas vertentes da música popular e projetos especiais. Entre as obras audiovisuais em DVD, destacam-se a convergência de linguagens e a abordagem de diferentes aspectos da música, da literatura, da dança e das artes visuais. Os títulos estão disponíveis nas principais plataformas de áudio, Sesc Digital e Lojas Sesc. Saiba mais em: sescsp.org.br/selosesc

    SOBRE O SESC SÃO PAULO                                                                                             

    Com 79 anos de atuação, o Sesc – Serviço Social do Comércio conta com uma rede de 42 unidades operacionais com atendimento presencial e 4 unidades operacionais com atendimento não presencial no estado de São Paulo e desenvolve ações com o objetivo de promover bem-estar e qualidade de vida aos trabalhadores do comércio, serviços, turismo e para toda a sociedade. Mantido pelos empresários do setor, o Sesc é uma entidade privada que atua nas dimensões físico-esportiva, meio ambiente, saúde, odontologia, turismo social, artes, alimentação e segurança alimentar, inclusão, diversidade e cidadania. As iniciativas da instituição partem das perspectivas cultural e educativa voltadas para todas as faixas etárias, com o objetivo de contribuir para experiências mais duradouras e significativas. São atendidas nas unidades do estado de São Paulo cerca de 30 milhões de pessoas por ano. Hoje, aproximadamente 50 organizações nacionais e internacionais do campo das artes, esportes, cultura, saúde, meio ambiente, turismo, serviço social e direitos humanos contam com representantes do Sesc São Paulo em suas instâncias consultivas e deliberativas. Mais informações em sescsp.org.br 

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    Notícia publicada originalmente por PE News
    em nome do autor Céu Albuquerque.

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