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    Esportes

    Título na Basileia premia trabalho de longo prazo com Fonseca

    27 de outubro de 2025
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    A conquista de João Fonseca na Basileia premia o trabalho de longo prazo do tensta e de sua equipe, comandada pelo técnico Guilherme Teixeira, nas escolhas de calendário e níveis de enfrentamento, sempre pensando no futuro e não apenas em uma necessidade imediata de pontos ou resultados. Assim, o carioca de 19 anos garantiu o maior título de um brasileiro no circuito de simples da ATP desde Gustavo Kuerten no Masters 1000 de Cincinnati de 2001.

    Nesse mesmo período do ano passado, quando Fonseca ainda estava fora do top 100, optou por uma série de challengers em quadras duas e cobertas, enquanto a maioria dos brasileiros e demais sul-americanos jogavam no saibro. Ele fez dez partidas em Brest, Bratislava, Helsinque e Lyon e suas melhores campanhas foram quartas de final no primeiro torneio e semi no último, com um avanço modesto no ranking, do 154º para o 145º lugar.

    Fonseca ainda não chegaria ao top 100 naquele momento, mas logo conseguiu bons resultados no piso duro, como os títulos do Next Gen ATP Finals e o challenger de Camberra, além de ter furado o quali do Australian Open e vencido o top 10 Andrey Rublev na chave principal. Ele poderia ter buscado um caminho teoricamente mais seguro em termos de pontuação, mas com enfrentamentos que o deixariam menos preparado para os objetivos maiores.

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    De volta ao cenário das quadras cobertas neste ano, Fonseca já tinha muito mais experiência e repertório de jogo. Seu forehand encanta e faz estragos, mas o jovem tenista já incorpora algumas variações e, ao longo da última semana nas rápidas condições da Basileia, executou bem os slices e mostrou desenvoltura junto à rede.

    Calendário equilibrado desde o juvenil
    Foto: Jon Super/AELTC

    Planejar o calendário a longo prazo é uma rotina que o time de Fonseca carrega desde que ele era juvenil. Ainda aos 15 anos, depois de chegar à final da categoria 18 anos em Assunção, em um de seus primeiros resultados de expressão internacional na temporada 2022, a equipe preferiu que ele não jogasse de forma consecutiva o Banana Bowl e Brasil Juniors Cup nas semanas seguintes e intercalou esse período com uma semana de treinos no Rio Open, para que ele aproveitasse o ambiente de um torneio profissional e a troca de experiências com jogadores de alto nível.

    Outros exemplos aconteceram em 2023, em seu último ano como juvenil e durante a transição para o profissional. Depois de ter disputado dois torneios no Brasil em Florianópolis e Mogi das Cruzes no mês de abril, fez um período de testes na Rafa Nadal Academy durante a temporada de saibro na Europa na preparação para Roland Garros e só voltaria a competir profissionalmente em junho. No mesmo ano, disputou e venceu o ITF de Roehampton em quadras de grama antes de jogar em Wimbledon.

    Também na grama, Fonseca disputou dois challengers no ano passado, aos 17 anos, assim que viu que não seria possível disputar o quali de Roland Garros. Novamente, a justificativa era adquirir experiência para crescimento futuro. Depois de ter caído ainda no quali do Grand Slam londrino em 2024, ele já conseguiu uma terceira rodada na chave principal neste ano.

    “Priorizamos torneios pensando no físico e mental”

    “It was an amazing year” 🔊

    2025 has been a breakout year for Joao Fonseca and tomorrow he plays for his biggest trophy yet #SwissIndoorsBasel pic.twitter.com/GkPhfUt2wT

    — Tennis TV (@TennisTV) October 25, 2025

    A temporada de 2025 é a primeira que Fonseca disputa com um calendário de elite no circuito, majoritariamente formado por eventos de nível ATP. E a escolha de quantos e quais torneios disputar é feita de forma criteriosa e sem imediatismos, ainda mais em um cenário de tantas lesões e com torneios cada vez mais longos.

    “Para esse primeiro ano na ATP, a gente priorizou bastante quais torneios iríamos jogar, pensando na minha cabeça e no meu físico. Não fui para a Ásia este ano, fiquei um pouco doente. Mas trabalhei muito o meu lado mental e estou aproveitando as oportunidades”, disse Fonseca, após a vitória sobre Jaume Munar na semifinal do último sábado na Basileia.

    O carioca inciou a semana vencendo o francês Giovanni Perricard, campeão da edição passada, contou com a desistência do tcheco Jakub Mensik nas oitavas e liderava a partida das quartas contra Denis Shapovalov quando o canadense abandonou por lesão no joelho. O evento também teve eliminações precoces dos dois top 10 da chave, os norte-americanos Taylor Fritz e Ben Shelton. Já no fim de semana decisivo, marcou duas vitórias contundentes contra os espanhóis Munar e Alejandro Davidovich Fokina para conquistar seu segundo título de nível ATP.

    “É uma semana muito especial para mim. Apesar de ter tido um w.o. na segunda rodada e depois o Shapovalov acabou se retirando, foi uma semana muito positiva, em que eu fui pegando as oportunidades que eu tive. É um torneio que foi deixando brechas e eu fui pegando, não deixei os outros tomarem esse título de mim, porque era uma semana em que a gente queria muito vencer”, comentou após vencer Fokina por 6/3 e 6/4 no último domingo domingo.

    Cabeça de chave no Australian Open
    Foto: Anastasia Kachalkova/Tennis Australia

    Desde sua chegada ao top 50, ocorrida após a terceira rodada de Wimbledon, Fonseca já fazia planos para tentar ser cabeça de chave nos Grand Slam. O título na Basileia e o salto do 46º para o 28º lugar do ranking já o colocam momentaneamente nessa zona de 32 jogadores, que não se enfrentam nas duas primeiras rodadas. O carioca tem chance de evoluir ainda mais nessa reta final da temporada, com o Masters 1000 de Paris e o ATP 250 de Atenas, onde já brilhou neste ano, defendendo o Brasil na Copa Davis.

    No início do ano que vem, terá 125 pontos descontados do título do challenger de Camberra, o que hoje representariam três posições. E um cenário ideal seria se firmar entre os 24 melhores cabeças de chave do Australian Open, para não ter nenhum top 8 também na terceira rodada. As perspectivas são positivas, ainda mais pensando que João começou o ano jogando quali de Grand Slam. E ele próprio celebra a evolução ao longo da temporada.

    “Foi um ano de muitos altos e baixos, eu diria. Mas mais altos do que baixos. Com muita experiência e muita coisa boa. Estou muito feliz com o ano em geral, começando mais ou menos 130 do mundo e agora no top 40, terminando de uma boa maneira e com bom nível”.





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