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    Início » Fazenda Coruja no Cariri Paraibano amplia vendas de queijos para todo o País
    Brasil

    Fazenda Coruja no Cariri Paraibano amplia vendas de queijos para todo o País

    25 de março de 2025
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    Após quatro anos de trabalho, um produto da Paraíba se destaca em vendas e aceitação no mercado. O queijo de leite de cabra da Coruja, da cidade de Barra de São Miguel, no cariri, ganhou o primeiro Selo Arte do estado em abril de 2024. Desde então, a qualidade do produto tem atraído vendas em todo o Brasil. A marca ganhou o mercado nacional com premiações em ouro e destacou-se em eventos que abrem novas rotas de comércio.

    O queijo vem da Fazenda Coruja e o empreendedor é representante da quinta geração da família, Pedro de Castro Pedrosa Neto. Atualmente, ele levou a marca a obter nota máxima em produtos como o queijo Lua Nova, que ganhou ano passado duas medalhas de ouro, uma em Blumenau (SC), no Prêmio Queijos Brasil, e outra em São Luís (MA), no Enel. O outro queijo, Coroa de Frade, ganhou o ouro também na competição Queijos Brasil e prata no Enel, todos ano passado.

    Com o Selo Arte, esses e outros produtos Coruja estão sendo comercializados atualmente no Nordeste, nos estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí, além de estarem no Norte, no Pará, no Centro-Oeste, em Brasília (DF) e Goiás, no Sudeste, em São Paulo e Espírito Santo, e no Sul do país, em Santa Catarina.

    “Antes do selo, o queijo era vendido no estado da Paraíba. A qualidade do produto não alterou em absolutamente nada. O que alterou com as consultorias do Sebrae/PB foi a possibilidade de nós comercializarmos de forma regular nosso produto em todo o território nacional. O que mudou efetivamente foi no que diz respeito à possibilidade de novas vendas. Hoje, nós estamos vendendo para todo o Brasil”, comentou Pedro Pedrosa.

    Outro laticínio dessa marca que está sendo procurado é o Creme Chèvre, que ganhou medalha de prata no Queijos Brasil e prata no Enel, em 2024. “São concursos importantes, onde nossos produtos são avaliados por um corpo técnico grande e competente. Para se ter uma ideia da dimensão do Queijos Brasil, este ano, foram avaliados mais de 1.400 tipos diferentes”, ressaltou o empreendedor. A próxima meta é ampliar a produção do Queijo da Coruja, passando de 300 litros processados atualmente para 1200, até meados de 2025.

    Segundo Pedro Pedrosa, o Selo Arte é um verdadeiro objeto de desejo para todo produtor artesanal. Quatro anos de capacitações com o Sebrae/PB e outros órgãos, levaram a marca Coruja a conseguir a certificação em 2024. Uma das consultorias com o Sebrae/PB foi a participação da elaboração do manual de boas práticas, que foi apresentado ao Ministério da Agricultura.

    Alguns eventos que o Sebrae realiza também serviram para o fortalecimento da marca e a inserção dela no mercado nacional. “Esses eventos foram de grande importância para a gente. Possibilitaram com que o queijo estivesse em evidência nesses locais, em feiras e exposições. O Sebrae tem sido um parceiro muito interessante, que nos apoiou na contratação conjunta de uma empresa de consultoria técnica de Engenharia em Laticínios, que desenvolveu o nosso projeto estrutural na produção”, detalhou.

    Desta forma, o empreendedor vem crescendo e se destacando com relevância. “A vontade nossa de sempre estar melhorando foi muito grande, procurando os caminhos. O que mudou foi a possibilidade de nós comercializarmos de forma regular nosso produto em todo o território nacional. Principalmente, no que diz respeito à possibilidade de vendas ampliadas”, concluiu Pedro Pedrosa.

    Queijo da Coruja

    O nome Queijo da Coruja é em alusão ao nome da Fazenda Coruja, onde essa tradição queijeira surgiu. O avô materno de Pedro de Castro, falecido em 1999, foi a maior inspiração, fabricando inicialmente queijos de leite de vaca. Em 2008, Pedro concluiu a faculdade de Zootecnia, pela UFRPE, e foi atuar no estado do Mato Grosso, com pecuária bovina, mas sempre com a ideia de voltar ao cariri e desempenhar um trabalho com caprinos leiteiros. A produção do Queijo da Coruja com leite de cabra foi iniciada quando ele voltou, em 2018. A inovação se deu ao trazer receitas diferenciadas e à base de leite da cabra, tipo Murciano Granadina.

    Além do Sebrae, o Senar, a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), a Secretaria de Agricultura do Estado e a prefeitura do município são outros parceiros da marca, bem como a Fundação Banco do Brasil (FBB). Na página da Coruja tem como conhecer os produtos e negociar: https://www.instagram.com/p/C5bxybdugc3/?igsh=MW80dHp3cDB2bng1MQ==

    Nordeste Informa com Blog do Alisson Nascimento.

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