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    Paraíba

    STF encerra comissão de conciliação sobre o marco temporal

    24 de junho de 2025
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    Após nove meses de debates, o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu nesta segunda-feira (23) os trabalhos da comissão de conciliação sobre o polêmico marco temporal das terras indígenas. A iniciativa, conduzida pelo ministro Gilmar Mendes, resultou na elaboração de uma minuta com propostas de alterações na Lei 14.701/2023, que trata dos direitos dos povos indígenas e instituiu o marco temporal nas demarcações.

    O que diz o marco temporal?

    Pela tese do marco temporal, os povos indígenas só teriam direito às terras que estivessem ocupando em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou aquelas que estivessem em litígio judicial na época. A questão é alvo de grande controvérsia jurídica, social e política.

    Apesar das reuniões, não houve consenso para alterar a regra do marco temporal, que continua em vigor. O tema segue gerando debates intensos tanto entre representantes de órgãos públicos quanto de entidades ligadas aos direitos indígenas.

    Próximos passos: envio ao Congresso Nacional

    A minuta construída pela comissão será transformada em um anteprojeto de lei e encaminhada ao Congresso Nacional. O objetivo é propor ajustes à legislação atual, com base nos pontos que obtiveram algum nível de consenso entre as partes envolvidas.

    De acordo com o STF, a Advocacia-Geral da União (AGU) tem até a próxima quinta-feira (26) para formalizar o documento junto à Corte.

    Principais pontos da minuta

    O texto da minuta reúne sugestões provenientes de representantes do Senado Federal, Câmara dos Deputados, Ministério dos Povos Indígenas (MPI), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), além de governos estaduais e municipais.

    Pontos Abordados na Minuta Detalhes
    Turismo em Terras Indígenas Permitido, desde que haja autorização expressa das comunidades indígenas.
    Participação de Estados e Municípios Inclusão obrigatória dessas esferas no processo de demarcação.
    Transparência nas Demarcações O processo conduzido pela Funai deverá ser público e com ampla divulgação de seus atos.

    Importante frisar que muitos desses pontos já estavam previstos na própria Lei 14.701/2023, mas foram detalhados na nova proposta.

    Críticas e ausência de participação indígena

    A comissão de conciliação enfrentou críticas ao longo de seus trabalhos. Entidades representativas dos povos indígenas, como a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), abandonaram o processo de conciliação em agosto de 2024, alegando falta de representatividade e ausência de paridade nas negociações.

    A Apib considera que os direitos constitucionais dos povos indígenas são inegociáveis, posicionando-se contra qualquer tentativa de flexibilização das garantias previstas na Constituição.

    Histórico recente da disputa

    A disputa em torno do marco temporal ganhou força após o Congresso Nacional derrubar, em dezembro de 2023, o veto presidencial ao projeto que validava o marco. Antes disso, em setembro, o próprio STF havia decidido de forma contrária à adoção da tese do marco temporal. A decisão da Suprema Corte foi, inclusive, usada como argumento jurídico pelo Palácio do Planalto para justificar o veto presidencial.

    Agora, com a minuta em mãos, o Congresso terá a responsabilidade de analisar e decidir se acatará as propostas sugeridas.

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