O antigo mocambo negro de Osenga existiu em terras de Chã Preta no século XVII
Foto: Reprodução
O Fato
Na manhã desta quarta-feira, 21, um grupo de pesquisadores e arqueólogos da UFAL e da Fundação Cultural Palmares estiveram na cidade de Chã Preta, para darem início aos estudos sobre a existência de um dos mais antigos aldeamentos de negros do Brasil. De acordo com alguns mapas o mocambo de Osenga foi fundado em terras chã-pretenses em 1640, quando ainda o País vivia sob a égide da escravidão. O escritor e advogado Olegário explica em seu novo livro que Osenga seria uma antiga localidade situada entre os riachos Paraibinha e Jundiá no atual Município de Chã Preta, formada por negros de etnia bantu, proveniente dos reinos africanos do Congo e Angola, trazidos para o Brasil nas primeiras levas de escravos vindos nos navios tumbeiros, em meados do século XVI e ínicio do século XVII.
Desde o final do ano passado, algumas entidades locais uniram-se para dar uma maior visibilidade ao assunto, até então pouco conhecido e que agora despontou o interesse por parte de entidades como a UFAL, o Instituto do Patrimômio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN e a Fundação Palmares. O Mocambo de Osenga está na iminência de se tornar patrimônio histórico e cultural do Estado de Alagoas.
Notícia publicada originalmente por Portal de Alagoas
em nome do autor Redação.
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