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    Piauí

    Lutas e impasses de uma ativista política

    21 de junho de 2025
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    “As pessoas não podem ser só parte da democracia na hora do voto. Elas precisam construir um país, construir uma cidade, construir a sua situação”, diz a arquiteta e militante política gaúcha Claudia Favaro a José Henrique Bortoluci, na edição deste mês da piauí. Ela é a personagem do segundo texto da série Geração Democracia, escrita pelo sociólogo e escritor, autor de O que é meu, livro traduzido para mais de dez idiomas. Na série, Bortoluci reflete sobre a experiência política de sua geração, que cresceu ao mesmo tempo em que se construía a democracia no Brasil, depois da ditadura militar (entre 1964 a 1985).

    Foram os primeiros contatos com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que definiram os passos de Favaro, nascida em Caxias do Sul, em 1983. “Na faculdade eu militava na esquerda, mas já não gostava muito do PT. Eu não concordava com a lógica da conciliação adotada pelo partido”, ela conta. “Quando eu me formei, em 2008, logo fui chamada para coordenar o setor de habitação do MST no Rio Grande do Sul. Ali foi a minha escola. Eu queria atuar ali, viver conflitos reais na área que eu havia estudado. Na época, o movimento es­tava sem arquitetos na equipe.”

    Porém, apesar de muito engajada no MST, ela vivia uma contradição. “Embora eu lutasse para ser uma militante, para o movimento eu era apenas uma técnica.” Ela decidiu então mudar o foco de seu ativismo. Passou a se envolver em lutas de resistência das populações urbanas que estavam sendo afetadas pelas mudanças nas cidades que iriam abrigar os jogos da Copa do Mundo, em 2014. “Eu me envol­vi na luta contra as remoções forçadas de populações de algumas áreas urbanas. Atuei em projetos com várias comunidades.”

    Ela acabou construindo um coletivo e participou da fundação do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) em Porto Alegre. “Aprendi muito com a luta dos companheiros de São Paulo”, ela diz. “Mas também discorda­va muito da liderança nacional do movimento, porque eu era a favor da autogestão e autoconstrução, e o movimento era a favor de contratar consultoras. Briguei muito com o Guilherme Boulos e outras lideranças.”

    O impacto avassalador das enchentes de 2024 em Porto Alegre e a quase total destruição da Vila Dique, uma das comunidades nas quais ela atuou na capital gaúcha, levaram Favaro à depressão. “A ascensão de governos de esquerda no Brasil, do meu ponto de vista, foi uma ascensão fictícia, porque baseada nos bens de consumo”, ela diz. “Na enchente em Porto Alegre a gente percebeu isso: como os bens de consumo são aquilo que as famílias têm, aquilo em que elas investem.”

    Assinantes da revista podem ler a íntegra do texto neste link.





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