O São Paulo vive semanas decisivas para oficializar o distrato com o ex-meia Oscar.
Em entrevista ao UOL, o executivo de futebol do clube, Rui Costa, abriu o jogo sobre o estágio das conversas após a aposentadoria forçada do atleta, diagnosticado com síncope vasovagal.
Embora exista um desejo mútuo de encerrar o vínculo de forma amigável, o dirigente admitiu que o cálculo final ainda é motivo de debate entre os departamentos jurídicos.
“Existem duas questões contratuais que estão sendo debatidas de forma mais contundente, que aí sim há divergência de valores. Mas que não passam pela exigência de ganhar pelo que não fez”, afirmou Rui Costa, reforçando que Oscar não pleiteia os salários que receberia até o fim do contrato.
Para dar segurança ao processo, o clube realizou uma auditoria interna. Segundo apuração da ESPN, o “nó” da questão reside em:
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Luvas diluídas: Valores referentes à assinatura de contrato que foram parcelados ao longo dos 36 meses de vínculo e ainda não foram totalmente quitados.
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Direitos de imagem: Pendências financeiras de prazos anteriores que ficaram em aberto.
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Comissão: O valor devido ao empresário Giuliano Bertolucci, peça-chave na negociação.
As negociações, que chegaram a ser interrompidas na transição interna para a gestão de Harry Massis Júnior no financeiro, foram retomadas com força total.
O São Paulo projeta um pagamento parcelado da dívida, adequando-se à sua realidade orçamentária.
Rui Costa, que lidera as tratativas, demonstra otimismo devido à boa relação com o estafe do jogador. “A bola está com quem representa o Oscar, acredito que a gente vai solucionar”, concluiu o executivo. Agora, o clube aguarda o “de acordo” final dos representantes do ex-camisa 8 para assinar os papéis e encerrar oficialmente a passagem do atleta pelo Tricolor.
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Notícia publicada originalmente por www.espn.com.br –
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