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    Rio Grande do Norte

    RN teve 160 casos de desaparecimentos de crianças e adolescentes em 2025

    19 de fevereiro de 2026
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    O Rio Grande do Norte registrou o segundo menor número de desaparecimentos de crianças e adolescentes entre os estados da região Nordeste em 2025. Do total de 775 casos no Estado, 160 são referentes a menores de idade. O número representa uma queda de 6,9% em relação a 2024, quando foram contabilizados 172 casos de um total de 706 desaparecimentos. Os dados são do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinasp), administrado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

    Na região Nordeste, apenas o Piauí registrou número menor que o do RN, com 109 casos. Os maiores números de desaparecimentos foram identificados na Bahia (959), em Pernambuco (695) e no Ceará (401). Em todo o país, foram contabilizados 23,9 mil desaparecimentos de menores no último ano.

    O sociólogo e especialista em segurança pública Francisco Augusto Cruz explica que o desaparecimento de pessoas no país, sobretudo de menores de idade, pode apresentar diferentes causas. Entre elas, estão conflitos familiares, situações de violência doméstica, negligência, abuso, alcoolismo, uso de drogas e conflitos geracionais. Na maior parte dos casos, os desaparecimentos são de curta duração, mas revelam fragilidades do ambiente de proteção social.

    O especialista atribui a queda nos desaparecimentos, especialmente no Rio Grande do Norte, a um conjunto articulado de políticas públicas voltadas à prevenção e investigação de casos. Embora a subnotificação seja um desafio histórico na área de políticas públicas, ele defende que isso não pode explicar isoladamente o cenário no Estado. “Os dados recentes indicam que o cenário atual não pode ser explicado apenas por subnotificação, mas principalmente por transformações institucionais relevantes na forma como o Estado atua”, aponta.

    Além de investimentos para a qualificação dos registros e integração dos sistemas, Francisco Augusto Cruz chama atenção para outras iniciativas encaminhadas para reforçar a segurança no Estado. É o caso da inauguração da nova sede da Polícia Científica, em dezembro do ano passado, e da modernização da Polícia Civil. Em conjunto, as medidas diminuem o tempo de resposta aos desaparecimentos, aumentam a chance de localização rápida e desestimulam a reincidência de situações de desaparecimento prolongado.

    “Do ponto de vista sociológico, isso representa um aumento da confiança da população nas instituições, fator decisivo para que famílias procurem o Estado em situações de vulnerabilidade”, complementa.

    Embora o Rio Grande do Norte se destaque entre os estados do Nordeste com menor número de desaparecimentos, o especialista observa que os dados revelam diferenças na forma como cada estado estruturou sua política de prevenção, busca e proteção social.

    “Estados como Bahia, Pernambuco e Ceará têm grandes regiões metropolitanas, dinâmicas urbanas intensas e desigualdades históricas profundas, o que amplia a exposição de crianças e adolescentes a situações de risco. Ainda assim, os números elevados também podem indicar maior capacidade de registro e maior confiança institucional, o que é um ponto importante a considerar”, explica.

    Protocolo Amber

    Somado às políticas locais, o Rio Grande do Norte integra o programa Amber Alert, instituído pelo MJSP, que é ativado em casos de rapto ou sequestro de crianças. Na prática, o sistema dispara publicações nas plataformas da Meta para divulgar a descrição da criança sequestrada e de eventuais suspeitos de envolvimento no crime.

    Somente as unidades da federação podem aderir à iniciativa por meio de Termo de Cooperação com a Secretaria Nacional de Segurança Pública. A ativação da Meta em casos de desaparecimento é de responsabilidade do CIBERLAB, da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (DIOPI) e da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

    “O Protocolo Amber Alert tem um potencial muito relevante no Rio Grande do Norte, especialmente porque o estado já reúne condições institucionais e tecnológicas que favorecem sua eficácia. A adesão do RN ao protocolo deve ser entendida como um passo estratégico dentro de uma política moderna de segurança pública, baseada em resposta rápida, integração de sistemas e mobilização social, e não apenas como uma ferramenta isolada”, aponta Francisco Augusto Cruz.

    A reportagem da TRIBUNA DO NORTE procurou a Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) para entender a avaliação do órgão sobre o cenário local e o atual número de casos em investigação no Estado. Em resposta, a PCRN disse que vai avaliar a melhor forma de fornecer uma avaliação à imprensa local.



    Notícia publicada originalmente por Tribuna do Norte
    em nome do autor Redação Tribuna do Norte.

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