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    Início » De Martha Washington a Melania Trump: como primeiras-damas dos EUA usaram o poder da moda a seu favor
    Brasil

    De Martha Washington a Melania Trump: como primeiras-damas dos EUA usaram o poder da moda a seu favor

    16 de novembro de 2025
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    Montagem com a foto de Melania Trump, Michelle Obama e Mary Geneva

    Crédito, Alamy/Getty Images

    Article Information

      • Author, Ellie Violet Bramley
      • Role, BBC Culture
    • Há 2 horas

    “O visual, assim como a mulher, era ousado, poderoso, voltado para o futuro, visionário e empoderador para todos que ousam acreditar em um amanhã melhor.”

    Essas palavras foram escritas pela professora de estudos afro-americanos Farah Jasmine Griffin no prefácio do livro The Look, novo livro de Michelle Obama em que ela conta sobre a evolução do seu estilo.

    Com depoimentos de Meredith Koop, estilista de longa data da ex-primeira-dama, além do maquiador Carl Ray e das cabeleireiras Yene Damtew e Njeri Radway, a obra explora dos bastidores dos broches e vestidos de gala usados na Casa Branca ao visual mais casual dos dias atuais — incluindo o jeans.

    Não é pouca coisa falar sobre as escolhas de moda de uma mulher que foi primeira-dama dos Estados Unidos de 2009 a 2017, especialmente quando a tarefa em questão é tão complexa.

    Mas, como Michelle Obama recentemente revelou em uma entrevista ao programa Good Morning America, o que ela vestia não era por acaso.

    “Eu pensava muito sobre o que queria transmitir com as minhas roupas. Eu queria falar sobre inclusão, diversidade, ampliar oportunidades, e a moda foi uma das ferramentas que me permitiu fazer isso.”

    Capa do livro The Look. A capa é cinza e tem uma foto de Michelle Obama usando um vestido azul. Ela está em pé e de lado

    Crédito, Crown Publishing

    Legenda da foto, Novo livro de Michelle Obama fala sobre a evolução do estilo da ex-primeira dama dos Estados Unidos

    Ela deveria saber que seu estilo seria minuciosamente analisado, porque o que as primeiras-damas vestem tem sido objeto de fascínio e discussão desde Martha Washington — esposa de George Washington, que foi o primeiro presidente dos EUA, de 1789 a 1797.

    O que a esposa do presidente americano veste — e como ainda não houve uma mulher a ocupar a presidência dos EUA, todas as 45 foram “primeiras-damas” em vez de cavalheiros — não é apenas uma questão de estética.

    Apesar de seus maridos serem os ocupantes do cargo, suas roupas já foram, em alguns momentos, altamente políticas, gestos de diplomacia no exterior e até demonstração de lealdade em casa.

    “Não há um objetivo ou mensagem específica que a primeira-dama esteja tentando transmitir com suas roupas”, afirma a historiadora Einav Rabinovitch-Fox, autora do livro Dressed for Freedom: The Fashionable Politics of American Feminism.

    “Cada primeira-dama é diferente, e cada uma usa a roupa de forma diferente.”

    Embora não esteja previsto na Constituição dos EUA, o papel da primeira-dama evoluiu ao longo do tempo, passando de algo mais doméstico — nos primeiros anos da república (presidentes Washington e Madison), a primeira-dama era basicamente uma anfitriã, uma acompanhante — para algo mais profissional e político.

    No século 20, de acordo com Rabinovitch-Fox, “o papel tornou-se mais importante e, consequentemente, a imagem e a aparência também ganharam importância”.

    Ela acredita que isso se deve em grande parte a Eleanor Roosevelt, que foi a primeira-dama de 1933 a 1945. Ela não foi apenas a primeira-dama com mandato mais longo nos EUA, mas também uma figura política imponente por si só.

    Michelle Obama recentemente disse à revista People: “É uma função complicada. O papel de primeira-dama é um tipo de trabalho que não é exatamente um trabalho. Você sabe que deve ser inspiradora, mas acessível. Deve ser você mesma, autêntica, mas representativa ao mesmo tempo.”

    Então, o que algumas das primeiras damas mais famosas vestiram durante o período em que estavam na Casa Branca – e como essas roupas refletiram não apenas suas personalidades, mas sua época?

    Martha Washington

    Uma pintura de uma mulher sentada com vestido azul e bege e um laço no cabelo

    Crédito, Getty Images

    Legenda da foto, Martha Washington foi a primeira primeira-dama dos EUA e se vestia com tons neutros

    A primeira primeira-dama americana da história, Martha Washington, “realmente moldou o cargo”, diz Rabinovitch-Fox. Ela precisava.

    Como disse Feather Foster, historiadora presidencial e autora de The First Ladies: An Intimate Portrait of the Women Who Shaped America (“As primeiras-damas: um retrato íntimo das mulheres que moldaram a América”, na tradução para o português), ela não tinha precedentes sobre o que vestir, exceto pelas lições de estilo das monarquias.

    Mas, diante do contexto histórico, “ela e seu marido, George, não queriam ser vistos como monarcas”.

    Considerando seu dever patriótico, ela “usava apenas roupas festas nos EUA com tecidos norte-americanos, desde antes da Guerra da Independência [1776], e isso nunca mudou”, afirma Foster.

    Aos 57 anos, quando se tornou primeira-dama, Martha era “focada na dignidade e no comportamento apropriado”.

    Seus vestidos “geralmente eram escuros ou de tons discretos, como preto, cinza, creme e azul claro no verão. Mas sempre em tecidos de alta qualidade. Suas joias eram simples. De bom gosto, mas não opulentas”, diz Foster.

    “Seu estilo era muito maternal”, diz Rabinovitch-Fox, o que “combinava com a imagem de ‘mãe da nação’.”

    Além disso, “em uma época em que poucas imagens circulavam na imprensa e em outros meios de comunicação, a posição de Martha como primeira-dama permitiu que sua imagem se popularizasse, e ela se tornou uma das mulheres mais reconhecidas século 18, o que também contribuiu para a popularização do seu estilo.”

    Dolley Madison

    Pintura de uma mulher com um vestido preto e um turbante na cabeça

    Crédito, Alamy

    Legenda da foto, Dolley ditou o estilo da moda por décadas e ficou conhecida por criar tendências

    Esposa de James Madison — o quarto presidente dos Estados Unidos de 1809 a 1816 — Dolley foi, segundo Rabinovitch-Fox, “talvez nossa primeira primeira-dama fashionista”.

    Ela “ditou o estilo, na moda e em outros aspectos, por 40 anos”, diz Foster.

    Entre essas tendências estava o uso de turbantes na cabeça — “quando ela introduziu os turbantes, todas as chapeleiras do país correram para produzi-los” — bem como vestido decotados que mostravam um pouco do colo.

    Mas ela não era apenas uma criadora de tendências em termos de vestuário.

    Ela amava dar festas e, segundo Foster, também ditava tendências em relação “ao que ela comia, o que servia, para onde ia, como decorava sua casa…até mesmo de como recebia seus convidados. Mesmo o que antes era considerado proibido (como usar rouge), tornou-se aceitável por causa de Dolley”

    Era tudo “muito político”. Seu estilo e charme pessoal eram vistos como cruciais para o governo de seu marido. Ele era baixo e sem graça. Ela era naturalmente extrovertida e diplomática.

    Mas, de acordo com Rabinovitch-Fox “o amor de Dolley pela moda também a trouxe problemas com James, pois, ao contrário de Martha Washington, que usava roupas fabricadas nos EUA, Dolley não se importava de se vestir luxuosamente com produtos importados que custavam muito ao marido”.

    Mary Geneva ‘Mamie’ Eisenhower

    Foto de uma mulher sentada no banco de um parque. Ela usada um vestido preto de bolinhas e um chapéu

    Crédito, Getty Images

    Legenda da foto, Mamie era apaixonada por chapéus pequenos feitos de palha equatoriana

    Primeira-dama dos Estados Unidos de 1953 a 1961, “Mamie” Eisenhower foi, segundo Foster, “a personificação de um papel em transição”.

    Extremamente popular e vindo de um período de guerra, em que muitas mulheres entraram no mercado de trabalho, ela “se encaixava mais no ideal conservador de dona de casa dos anos 1950 e na ideia de retornar ao lar após os anos árduos da guerra. Ela representava a simplicidade”, afirma Rebinovitch-Fox.

    “Ela se parecia com cada mulher americana e se vestia como como uma americana, o que tornava mais fácil para o público se identificar com ela.”

    Mammie era uma defensora do New Look da Dior, uma silhueta ultra feminina criada por Christian Dior, com cinturas marcadas e saia amplas, perfeita para sua imagem de “chefe do lar”.

    Ela “não era nada política, mas se tornou a ‘vovó’ de todos nos anos de 1950, tirando a figura da avó daquele estereótipo de cabelos grisalhos e avental da imagem de Norman Rockwell, dos anos 30”, destaca Foster.

    Ela também ficou muito conhecida por sua paixão pela cor rosa, o que originou um tom batizado de “Mamie pink” (em português, “rosa Mamie”), que simbolizava os papéis de gêneros rígidos da década de 1950 e “uma nova ênfase na feminilidade e no conservadorismo da Guerra Fria que colocou as mulheres de volta ao lar”, diz Rabinovitch Fox.

    Ela usou um vestido rosa de seda bordado com mais de 2.000 cristais no baile de posse de 1953 e um vestido cor de algodão-doce combinando com luvas de ópera e uma bolsa de mão para seu retrato oficial.

    Seu amor por chapéus pequenos feitos com palha equatoriana teria, em certo momento, “impulsionado toda a economia do Equador, tamanha era a demanda”.

    Claramente uma criadora de tendências, “se não fosse por Jackie, Mamie provavelmente seria lembrada hoje como a primeira-dama mais elegante que já tivemos”.

    Jackie Kennedy

    Jackie Kennedy descendo as escadas de um avião. Ela veste um conjunto de saia e blazer rosa, com chapéu rosa. Atrás dela está o marido, Jhon Kennedy, de terno.

    Crédito, Getty Images

    Legenda da foto, Jackie Kennedy amava a moda europeia e ficou conhecida pelo glamour

    Considerada por muitos a mais famosa de todas as primeiras-damas por seu senso de estilo e impacto na moda, Jackie Kennedy “realmente estabeleceu um padrão ouro para as primeiras-damas, e seu estilo se tornou icônico”, afirma Rabinovitch-Fox.

    De seus ternos de corte impecável aos chapéus pillbox, o legado de seu estilo continua sendo admirado até hoje.

    Oleg Cassini, o estilista de moda russo que atendia às estrelas americanas, tornou-se seu estilista não oficial.

    Jackie era glamourosa, mas também de bom gosto. “Ela era muito jovem, mas seu estilo se tornou ‘clássico’ quase desde o início”, observa Rabinovitch-Fox.

    Seu amor pela moda europeia era, de certa forma, apropriado em uma nova era de internacionalismo e glamour para a presidência dos EUA.

    “Ela entendia de moda de uma forma muito profunda e foi a primeira primeira-dama a usar a moda não apenas para promover sua própria imagem, mas também como uma forma de diplomacia.”

    Alguns, porém, desaprovaram seu gosto pelo estilo europeu. Ela chegou a ter roupas desenhadas pela Chanel, aprovadas em Paris, mas copiadas e confeccionadas para ela em Nova York, em uma tentativa de demonstrar alguma lealdade aos Estados Unidos.

    Nancy Reagan

    Nancy Reagan e Ronald Reagan posando para uma foto. Ela usa uma saia vemelha. Ele usa um terno. Ambos sorriem

    Crédito, Alamy

    Legenda da foto, Nancy Regan gostava de usar roupas vermelhas e de grife

    Impecável, elegante e luxuoso, em sintonia com a opulência dos anos 1980, o guarda-roupa de Nancy Reagan incluía peças de grifes europeias como Chanel, Yves Saint Laurent e Valentino, assim como nomes americanos como Oscar de la Renta, Bill Blass e Carolina Herrera — ela também trabalhou em colaboração com o estilista James Galanos.

    “Se Jackie Kennedy é o padrão para as primeiras-damas, Nancy Reagan era o padrão do conservadorismo”, diz Rabinovitch-Fox.

    Depois de Kennedy, ela talvez foi a primeira-dama mais conhecida por seu senso de estilo e pelo impacto que teve ao inspirar outras pessoas a seguirem suas tendências.

    Ela instintivamente compreendia o poder da imagem e tinha uma agenda repleta de estrelas e socialites.

    “Assim como seu marido, ela era uma ex-atriz de Hollywood e realmente entendia a mídia e as câmeras”, acrescenta Rabinovitch-Fox.

    Seu estilo foi celebrado — em 1989, o Conselho de Designers de Moda da América concedeu a ela o prêmio de reconhecimento vitalício — mas também alvo de críticas: em uma época à beira de uma recessão econômica, alguns questionaram seu gosto por roupas de grife.

    Ela talvez fosse mais famosa pelo uso da cor vermelha, qua ficou conhecida como “vermelho Reagan” ou “vermelho Nancy”.

    “Eu sempre gostei de vermelho. É uma cor que anima”, disse certa vez.

    Hillary Clinton

    Hillary Clinton caminhando em um jardim. Ela usa um conjunto verde claro

    Crédito, Getty Images

    Legenda da foto, Hillary Clinton usava terninhos, que refletiam seu envolvimento com políticas públicas

    Primeira-dama entre 1993 e 2001, Hillary Clinton estabeleceu um novo precedente no que diz respeito ao envolvimento de uma primeira-dama em políticas públicas, e seus terninhos eram a expressão visual dessa postura.

    Embora não tenha sido a “primeira-dama a usar calças, ela foi a primeira a aparecer em seu retrato oficial vestindo um conjunto de calça e blazer”, afirma Rabinovitch-Fox.

    Ela também é fã de longa-data de tiaras de cabelo, um acessório que pode ser puro adorno, mas nela parecia funcional, sinalizando um espírito pragmático.

    A “faixa de cabelo de Hillary” reflete sua posição como parte de uma nova geração de esposas de políticos que desempenhavam uma função doméstica mas também tinham um emprego, no caso dela, como advogada.

    Durante seu tempo na Casa Branca, ela não ficou conhecida por influenciar a moda, e foi frequentemente alvo de críticas machistas na mídia por causa da sua aparência.

    “Como primeira-dama, ela tinha uma relação conflituosa com a moda, e só se começou a entender seu papel e importância quando se tornou uma figura política”, afirma Rabinovitch-Fox.

    Michelle Obama

    Michelle Obama usa um vestido branco. Ela está com Obama, que dá as mãos a ela em um movimento de dança.

    Crédito, Getty Images

    Legenda da foto, Michelle Obama se tornou ícone de moda desde o início, mas também foi criticada por deixar ombros à mostra

    “Assim como Jackie Kennedy, ela se tornou um ícone de estilo desde o início. Mas, ao contrário de Jackie, não foi por causa de um estilo luxuoso que Michelle Obama ficou conhecida”, afirma Rabinovitch-Fox.

    Ao chegar à Casa Branca no meio de uma crise econômica, Michelle Obama ficou conhecida por apresentar uma imagem acessível, usando marcas populares de lojas como Target e J Crew, “enquanto apoiava jovens estilistas americanos, que muitas vezes viam um aumento em suas vendas depois que a primeira-dama usava suas criações”.

    Tudo isso refletia seu entendimento da moda como uma representação da política e da identidade, e também de como ela poderia ser usada como uma ferramenta para promover a agenda política de seu marido.

    Seu cabelo era frequentemente assunto de discussão.

    “Como mulher negra, Obama serviu de inspiração, mas não estava imune às críticas”, disse Rabinovitch-Fox.

    Embora ela tenha adotado tranças recentemente, ela contou à revista People sobre o fato de ter evitado esse estilo durante seu tempo na Casa Branca.

    “Eu não tinha certeza se o país estava pronto para isso. A Lei Crown [que protege funcionários e estudantes de discriminação racial com base no cabelo] não tinha sido aprovada e, assim como na moda, eu não queria que meu cabelo se tornasse uma distração.”

    Como Rabinovitch-Fox destaca, “depois de deixar a Casa Branca, Obama literalmente soltou o cabelo”.

    Os braços à mostra de Michelle Obama também foram alvo de críticas.

    Como ela disse à revista People em uma entrevista recente sobre seu novo livro, “eu interpretei que isso era pura hipocrisia. Eu encontrei fotos de Jackie usando vestidos sem mangas enquanto ele era primeira-dama e sendo celebrada como ícone da moda. Então, por um lado, você pensa: ‘Ah, isso é política. Se não pode vencê-los, faça com que tenham medo de você’. Esse era o lema”.

    Michelle Obama também entendia a necessidade de não deixar que seu guarda-roupa roubasse toda a atenção. Como uma “pessoa famosa” , mas não uma “celebridade”, como ela mesma se descrevia, “não poderia deixar as roupas falarem mais alto do que qualquer coisa que eu tinha a dizer”.

    Melania Trump

    Melania Trump usa um vestido branco com cinto azul e um chapéu branco. Atrás dela está um guarda

    Crédito, Getty Images

    Legenda da foto, Atual primeira-dama, Melania Trump já foi alvo de polêmicas pelas roupas que usa

    Alfaiataria, sobretudos ajustados com cintos marcando a cintura e ternos de corte impecável são frequentemente o estilo de escolha de Melania Trump.

    Às vezes com inspiração militar, sempre elegante e glamourosa, as roupas da esposa de Donald Trump tem sido alvo tanto de admiração quanto de consternação.

    Para alguns, ela é o retrato da elegância de uma primeira-dama; para outros, ela representa algo bem diferente.

    Melania ficou famosa por usar salto alto a caminho de uma visita a um local atingido por um desastre natural e por aparecer em um safári no Quênia com um chapéu símbolo do colonialismo.

    Alguns também apontam seu gosto extravagante — muitas de suas roupas custaram milhares de dólares.

    Mas talvez o episódio mais famoso tenha sido o da jaqueta que ela usou em 2018, durante uma visita a um centro de detenção de crianças imigrantes, com a seguinte frase: “I really don’t care. Do u?” (Eu realmente não me importo. E você?).

    Mais tarde, ela afirmou que a mensagem era direcionada para “a mídia de esquerda”.

    O guarda-roupa de Melania é analisado minuciosamente, talvez justamente porque costuma ser o seu principal meio de comunicação.

    “Melania não é conhecida por ser uma grande oradora, o que tornou suas escolhas de moda ainda mais importantes, porque muitas vezes, essa era a sua forma de se expressar”, diz Rabinovitch-Fox.

    E “como ex-modelo, ela certamente não é estranha à moda, ela sabe muito bem como usar as roupas”.

    “Em geral, acho que hoje em dia, as primeiras-damas entendem o poder da moda e estão tentando construir uma imagem que represente o país, mas também a sua própria agenda e a de seus maridos”, pontua Rabinovitch-Fox.

    Resta saber como essa dinâmica poderá mudar quando os EUA empossarem seu “primeiro-cavalheiro”.



    Notícia publicada originalmente por BBC Brasil
    em nome do autor .

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