“Chegou o verme”, teria dito a tutora após Francisco Paulo da Silva chegar para fazer um serviço de limpeza em sua residência. A informação foi confirmada pela delegada Anna Beatriz Alves, que está cuidando do caso.

Essa declaração foi feita durante uma troca de mensagens entre a tutora e a sua mãe.

Ao ser questionada – por uma policial militar – o porquê de ter chamado de “verme”, a suspeita teria falado que era por conta de sua cor de pele. Logo depois, ela falou que era pelo fato dele “estar fedendo”.

“Isso foi relatada pela policial militar e pode ter tido cunho racista e xenofóbico, mas isso também está sob investigação”, explicou.

O celular da mulher vai passar por uma perícia. A Polícia Civil, também, vai analisar prints e conversas do aparelho celular. Além disso, as autoridades receberam vídeos de uma câmera mostrando o momento exato da tragédia.

A tutora negou, em depoimento à Polícia Civil, que o ataque tenha sido proposital.

O que vai acontecer com o pitbull?

Após a tragédia, um adestrador foi chamado para cuidar do animal. Agora, ele está em um hotel na cidade e vai passar por exames e outros procedimentos.

A ideia é que o cachorro seja levado para um novo lar.



Notícia publicada originalmente por Tribuna do Norte
em nome do autor Redação Tribuna do Norte.

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