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    Início » Uso de celular antes dos 13 anos pode prejudicar saúde mental de crianças, diz estudo
    Paraíba

    Uso de celular antes dos 13 anos pode prejudicar saúde mental de crianças, diz estudo

    7 de setembro de 2025
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					Uso de celular antes dos 13 anos pode prejudicar saúde mental de crianças, diz estudo
    Uso de celular antes dos 13 anos pode prejudicar saúde mental de crianças. Freepik

    O uso do celular antes dos 13 anos está associado a impactos negativos na saúde mental de pré-adolescentes, segundo um estudo global com quase 2 milhões de pessoas.

    A pesquisa, publicada no Journal of the Human Development and Capabilities, mostrou que quanto mais cedo uma criança tem acesso a smartphones, maior o risco de desenvolver pensamentos suicidas, distanciamento da realidade, baixa autoestima e dificuldades na regulação emocional.

    LEIA TAMBÉM:

    O levantamento analisou dados de jovens adultos que tiveram o primeiro contato com smartphones durante a infância.

    Como o uso do celular pode afetar a saúde mental?

    De acordo com o estudo, jovens que receberam smartphones antes dos 13 anos apresentam:

    • Pensamentos suicidas;
    • Dificuldades para lidar com emoções;
    • Baixa autoestima e autoconfiança;
    • Sensação de desconexão da realidade.

    A pesquisa mostrou que meninas que receberam o celular aos 5 ou 6 anos relataram 48% mais pensamentos suicidas do que as que receberam aos 13 anos. Entre meninos, a diferença foi de 31% para 20%.

    O levantamento é global e os efeitos foram identificados em todas as regiões analisadas, sendo mais intensos em países de língua inglesa.

    “Hoje, 41% dos jovens de 18 a 34 anos lutam com sintomas ou funções diminuídas que prejudicam significativamente sua vida diária […] Quando crianças apresentam essa magnitude e gravidade de sofrimento mental e funcionamentos diminuídos, a intervenção não deve esperar”, afirma Tara Thiagarajan, fundadora do Sapien Labs, organização responsável pelo estudo.

    Celular é o único culpado por afetar a saúde mental de jovens?

    O estudo mostra que o uso precoce de celulares está ligado a impactos na saúde mental, mas não é apenas o aparelho que causa esses efeitos. Os pesquisadores identificaram quatro fatores principais que explicam como o acesso precoce a smartphones afeta crianças e pré-adolescentes:

    1. Acesso a redes sociais: é responsável por cerca de 40% da associação entre idade de uso e saúde mental. As redes sociais expõem crianças a conteúdos algorítmicos que podem interferir no desenvolvimento emocional e social.
    2. Sono interrompido: usar smartphones em horários inadequados ou por muito tempo atrapalha o sono, mas apenas 19% desse impacto está ligado ao uso das redes sociais, mostrando que outras atividades digitais também contribuem.
    3. Cyberbullying: comentários agressivos e exposição a situações de assédio online são fatores importantes. Eles representam 10% do efeito global, sendo em grande parte decorrentes do acesso precoce às redes sociais.
    4. Relações familiares fragilizadas: crianças que começam a usar smartphones mais cedo tendem a ter vínculos familiares menos estáveis, o que responde por 13% do impacto observado na saúde mental.

    “Isso exige uma ação urgente que limite o acesso de crianças, bem como uma regulamentação mais rigorosa sobre o ambiente digital ao qual os jovens estão expostos”, destacou Thiagarajan.

    Ou seja, para ficar mais fácil de compreender, o levantamento deixa claro que o celular por si só não explica todos os problemas. O impacto na saúde mental acontece principalmente quando o dispositivo é usado para acessar redes sociais, combinado com sono interrompido, cyberbullying e relações familiares fragilizadas.

    Além disso, o estudo mostra que, se o uso do celular antes dos 13 anos continuar sendo comum, quase um terço da próxima geração pode apresentar dificuldades emocionais graves e diminuição da autoconfiança.

    Recomendações do estudo

    Diante dos resultados, os pesquisadores defendem medidas de proteção semelhantes à regulamentação do álcool e do tabaco. Entre as propostas estão:

    • Educação digital obrigatória para crianças e adolescentes, incluindo orientações sobre cyberbullying e uso seguro de plataformas;
    • Restrições de acesso a redes sociais para menores de 13 anos, com fiscalização efetiva por parte das empresas;
    • Acesso gradual a smartphones, oferecendo aparelhos limitados para funções básicas e educativas, sem conexão irrestrita à internet;
    • Responsabilidade corporativa das plataformas digitais, garantindo que respeitem limites etários e promovam ambientes seguros.

    Vale destacar que, embora o estudo seja amplo e global, os autores lembram que ele mostra associação, não causa direta. Também não foi possível controlar tempo de uso ou conteúdo acessado na infância. Mesmo assim, os impactos observados reforçam a necessidade de precaução em políticas públicas.



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