Evento terá troca de experiências e atualização entre os profissionais que atuam na área


Método Canguru é uma estratégia voltada para o acolhimento de recém-nascidos prematuros e de baixo peso

Ruana Padilha / Ascom Sesau

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) vai promover, no dia 17 de novembro, no auditório da Maternidade Escola Santa Mônica (Mesm), no bairro Poço, em Maceió, o V Encontro Estadual de Tutores do Método Canguru. O evento deve reunir tutores que atuam nas áreas de atenção hospitalar e atenção básica dos 102 municípios alagoanos.

 

O encontro tem o objetivo de fortalecer e ampliar a implementação do método, além de promover a integração entre maternidades e serviços neonatais. Também durante o evento ocorrerá a atualização das práticas de cuidado e o alinhamento das ações de apoio, promoção e acompanhamento dos bebês prematuros e de baixo peso ao nascer.

 

O Método Canguru é uma estratégia de cuidado humanizado voltada para o acolhimento de recém-nascidos prematuros e de baixo peso, que estimula o contato pele a pele entre o bebê e seus pais. A prática contribui para o desenvolvimento físico e emocional da criança, além de promover o vínculo familiar e reduzir o tempo de internação.

 

Durante o encontro, serão discutidos temas a partir das experiências exitosas de serviços que fazem tanto a admissão e internamento dos bebês na unidade neonatal, com foco no qualineo, como também do seguimento desse bebê com a atenção multiprofissional, após a alta hospitalar.

 

O evento também abordará boas práticas no cuidado neonatal, os avanços da atenção perinatal no estado e as estratégias de capacitação e acompanhamento dos tutores do método.

 

A supervisora da Atenção à Saúde da Mulher, Criança e Adolescente da Sesau, Luiza Balbino, explica que a expectativa é de que o encontro reforce o cuidado humanizado e qualificado aos recém-nascidos, fortalecendo a rede de atenção materna e infantil.

 

“Como modelo de atenção, o Método Canguru promove a qualificação do cuidado ao recém-nascido e à família, maior integração entre profissionais de saúde de diversas classes, reduz o período de internação dos bebês, impacta a morbimortalidade neonatal e melhora os indicadores de saúde”, enfatiza.



Notícia publicada originalmente por Portal de Alagoas
em nome do autor Redação.

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