O dia 05 de fevereiro é uma data de grande relevância para a saúde da mulher no Brasil. Nela, são celebrados o Dia do Mastologista, o Dia Nacional da Mamografia e a devoção a Santa Águeda, padroeira das doenças da mama. A data reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do cuidado especializado.
O câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente entre mulheres no país, com estimativa de 73.610 novos casos por ano no triênio 2023–2025. Em Pernambuco, são cerca de 2.880 novos casos anuais, além de a doença ocupar o primeiro lugar entre as causas de morte por câncer feminino no estado, especialmente entre mulheres acima dos 50 anos.
Para a mastologista Dra. Ana Beatriz Albuquerque, o diagnóstico precoce é determinante para a redução da mortalidade e para melhores resultados no tratamento.
“A mamografia realizada no tempo correto salva vidas. O mastologista tem um papel fundamental na orientação, no rastreamento e no acompanhamento individualizado das pacientes, garantindo mais chances de cura e menores impactos físicos e emocionais”, destaca a médica.
Importância da data e do cuidado especializado
O Dia Nacional da Mamografia reforça a necessidade de ampliar o acesso equitativo aos exames de rastreamento, reduzindo disparidades regionais e promovendo diagnósticos em fases iniciais da doença. A referência a Santa Águeda resgata o aspecto humano do cuidado com a saúde das mamas, unindo ciência, empatia e compromisso com a vida.
Segundo a mastologista Ana Beatriz Albuquerque, o dia 05 de fevereiro vai além da simbologia e representa um chamado à ação efetiva em saúde pública.
“O cuidado com a saúde das mamas deve ser contínuo. A mamografia, realizada de forma oportuna, salva vidas, e o mastologista tem um papel central, desde esclarecer dúvidas e orientar sobre o rastreamento e o diagnóstico precoce até conduzir casos complexos com uma abordagem individualizada”, afirma.
A médica enfatiza que o rastreamento organizado por meio da mamografia, aliado ao acompanhamento com médico especialista, é crucial para a identificação precoce de lesões e para melhores desfechos clínicos e qualidade de vida.
“Quanto mais cedo detectamos alterações, maiores são as chances de cura e menores os impactos físicos e emocionais do tratamento. Por isso, estimular o acesso ao exame e ao mastologista é uma estratégia essencial de saúde pública.”
Notícia publicada originalmente por PE News
em nome do autor Céu Albuquerque.
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