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    Início » Aprovação à megaoperação no Rio vira nas redes e maioria passa a apoiar ação
    Rio Grande do Norte

    Aprovação à megaoperação no Rio vira nas redes e maioria passa a apoiar ação

    1 de novembro de 2025
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    ESTADÃO CONTEÚDO
    Agência de Notícia

    Levantamento da AP Exata mostra que a percepção dos brasileiros nas redes sociais sobre a megaoperação contra o Comando Vermelho (CV), realizada na terça-feira, 28, no Rio de Janeiro, mudou ao longo da semana. Segundo a agência de dados, até quarta-feira, 29, a maioria dos internautas reprovava a ação policial. A partir daí, porém, o sentimento nas redes se inverteu, e a maioria passou a aprovar a operação.

    Segundo o estudo, 58,2% dos usuários aprovam a megaoperação e 41,8% a reprovam. Os dados se referem à percepção nas redes até esta sexta-feira, 31. Na versão anterior do levantamento, divulgada dois dias antes, o cenário era o oposto: 53,2% criticavam a ação e 46,8% a apoiavam. A AP Exata analisou 220 mil menções sobre o tema no X e no Instagram entre os dias 28 e 31 de outubro.

    Batizada de Operação Contenção, a ação policial nos complexos do Alemão e da Penha mobilizou cerca de 2,5 mil agentes das polícias Civil e Militar. A megaoperação superou o massacre do Carandiru, ocorrido em 1992, quando 111 detentos foram mortos pela Polícia Militar de São Paulo, ao registrar pelo menos 121 mortes, incluindo quatro policiais. Com isso, tornou-se a operação policial mais letal da história recente do País.

    Virada


    Entre os dias 29 e 31 de outubro, a aprovação da ação policial subiu de 46,8% para 58,2%, enquanto a reprovação caiu de 53,2% para 41,8%, segundo levantamento da AP Exata. Além da mudança de avaliação, o levantamento aponta uma alteração no foco narrativo. Nos primeiros dias, o debate foi dominado por críticas à letalidade e ao uso desproporcional da força, impulsionadas pela esquerda. Desde quinta, porém, vozes conservadoras ganharam espaço e passaram a enquadrar a operação sob a ótica da “lei e ordem” e da “operação histórica”, substituindo o tom de “chacina” pelo de “resultado”.

    Distribuição das menções à operação entre perfis de direita, esquerda e moderados nas redes sociais, entre 28 e 31 de outubro. Para Sergio Denicoli, CEO da AP Exata e colunista do Estadão, essa virada está diretamente relacionada ao avanço da direita no debate digital, que passou a concentrar 49,1% das menções, contra 30,7% da esquerda e 20,2% de perfis moderados.

    “Figuras da esquerda mantiveram o foco nas denúncias de abuso policial, mas perderam alcance à medida que os balanços oficiais e a coordenação entre governadores de direita dominaram o noticiário”, afirma.

    Segundo ele, as publicações que apoiaram a operação e a mobilização de influenciadores conservadores mudaram o tom das redes, que passaram a ver a ação como eficiente e autoritária, o que levou à maioria de aprovação no levantamento mais recente.

    A pesquisa também avaliou a quem os internautas atribuem a culpa pela crise de segurança no Rio. Segundo o levantamento, 41,2% responsabilizam o governo estadual, seguido pelo governo federal, com 27,4%, e por facções e milícias, com 24,6%. O Supremo Tribunal Federal (STF) e a Justiça aparecem com 5,8%, enquanto outros atores somam 1%.

    Denicoli afirma que, embora o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tenha recebido um grande volume de menções negativas nas redes, isso não afetou de forma significativa sua popularidade nem a avaliação do governo. “Acho que isso pode mudar dependendo do posicionamento. Se o Lula realmente assumir esse discurso de defesa de bandido, que está no imaginário de parte da população, de que a esquerda defende bandido, aí sim acredito que isso começará a ter impacto”, diz.

    No entanto, o CEO da AP Exata defende que o tema da segurança pública já está consolidado no debate político nacional, sendo amplamente discutido e responsável por dividir posições entre esquerda e direita. Segundo ele, o assunto deve continuar mobilizando o noticiário por mais uma semana, ainda com alguma repercussão, mas sem o mesmo destaque.

    Gilmar: ‘O que temos feito?’

    Os Três Poderes precisam discutir juntos uma solução para a crise de segurança no Rio de Janeiro, na avaliação do decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Para ele, não é momento de apontar culpados após a operação tida como a mais letal do País e que resultou em pelo menos 121 mortos – quatro deles policiais. Gilmar defendeu, porém, que é preciso olhar para frente e buscar soluções, ainda que todos precisem fazer uma autoavaliação sobre suas ações, inclusive o Judiciário.

    A culpa sobre a operação no Rio foi ilustrada pelo ministro como “um filho feio”: não tem pai. “Temos que nos perguntar o que de errado temos feito. E qual é a nossa responsabilidade nesse latifúndio. Então, não é momento para polemizar, mas vamos ter um posicionamento mais claro a partir de todas as investigações. Sobretudo, vamos trazer propostas construtivas: organizar para frente e ver o que podemos fazer para melhorar”, argumentou em entrevista concedida ao Estadão/Broadcast em seu gabinete.

    Mesmo com a predileção pelo ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, como sucessor de Luís Roberto Barroso no Supremo Tribunal Federal (STF), o decano afirmou que a opinião sobre potenciais candidatos não significa necessariamente a exclusão de outros. O ministro salientou que, se o favorito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva até o momento, o advogado-Geral da União, Jorge Messias, for o indicado, será igualmente bem recebido pela Corte. “Nesse momento de crise que a gente tem vivido com os Estados Unidos, ele tem sido um interlocutor extremamente importante”, considerou.

    Mendes também falou sobre a decisão do ministro Luiz Fux de mudar de turma na Corte, avaliando que se trata de uma motivação de “foro íntimo” e sem reflexos sobre o julgamento da tentativa do golpe de 8 de janeiro. Na área econômica, o ministro defendeu que o STF é consciente de que problemas fiscais são “trágicos” para todos e considerou que há um diagnóstico errado em culpar o aumento da pejotização pelo problema de financiamento da Previdência.

    Moradores aprovaram a operação da PM

    Uma pesquisa da AtlasIntel divulgada nesta sexta-feira (31) mostra que 8 em cada 10 moradores de favelas na cidade do Rio de Janeiro apoiam a megaoperação contra o Comando Vermelho feita nos complexos da Penha e do Alemão na última terça (28). A ação, que é a mais letal da história do país, terminou com 121 mortos.

    Os dados mostram que 87,6% dos moradores de favelas cariocas aprovam a megaoperação, 12,1% a desaprovam e 0,3% não sabem ou não quiseram responder.

    Em contrapartida, no restante da população carioca, a aprovação é de 55%, e a desaprovação alcança 40,5%, com 4,5% não sabendo responder. A disparidade sublinha uma percepção e experiência distintas entre os grupos sociais em relação à eficácia ou impacto dessas operações.

    Em âmbito nacional, a aprovação entre os moradores de favelas também supera os 80%, indicando um consenso nessas comunidades.

    No cenário nacional, a pesquisa aponta um forte apoio às operações nas favelas, com 80,9% dos moradores de comunidades em todo o país aprovando a ação, e 19,1% desaprovando.

    Quando comparado ao restante da população brasileira, que não residem em favelas, a aprovação cai para 51,8%, enquanto a desaprovação chega a 45,4%, e 2,8% não souberam responder.

    A megaoperação policial “Contenção” foi realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na terça-feira (28). A ação conjunta das Polícias Civil e Militar, que utilizou cerca de 2.500 agentes, visava combater a expansão territorial do CV (Comando Vermelho) e cumprir aproximadamente 100 mandados de prisão contra lideranças, incluindo 30 de outros estados.

    A operação resultou no saldo de 121 mortos, superando o Massacre do Carandiru e tornando-se a mais letal da história do país.



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