O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste sábado (28) que forças israelenses destruíram o complexo utilizado pelo líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, e declarou haver indícios de que ele “provavelmente morreu”. O governo iraniano nega a informação e sustenta que o líder está vivo.
Em pronunciamento em hebraico, Netanyahu disse que o ataque atingiu diretamente o complexo usado por Khamenei e afirmou que há elementos que indicam que o líder supremo “não existe mais”. À GloboNews, um militar israelense de alto escalão, sob condição de anonimato, afirmou que Khamenei está morto e que o corpo teria sido recuperado entre escombros. Emissoras israelenses informaram que uma imagem do corpo teria sido exibida a Netanyahu e ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Até a última atualização, o governo iraniano não havia confirmado a morte do aiatolá. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã disse à ABC News que o líder supremo está “bem e seguro”. O chefe de gabinete de Khamenei afirmou que as declarações fazem parte de uma “guerra psicológica”. Imagens de satélite divulgadas pela imprensa internacional indicam danos significativos ao complexo na capital Teerã.
O ataque ocorreu na manhã deste sábado, quando Estados Unidos e Israel lançaram ofensiva de grande escala contra o Irã. Segundo a imprensa iraniana, com base em dados da rede humanitária Crescente Vermelho, a ação deixou 201 mortos e 747 feridos. Explosões foram registradas em Teerã e em outras cidades, como Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah. O Exército israelense informou ter atingido “centenas de alvos militares iranianos”, incluindo lançadores de mísseis. Entre os mortos estariam o ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammed Pakpour, de acordo com informações divulgadas pela imprensa internacional.
Com informações do G1
Notícia publicada originalmente por Tribuna do Norte
em nome do autor Redação Tribuna do Norte.
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